SAÚDE PÚBLICA, SETOR PÚBLICO CAMPEÃO DA INOPERÂNCIA
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O profissional da saúde, setor de atividade que consiste numa importância enorme. Sua ação correta significa vidas, quando não literalmente vidas, pode significar pelo menos melhoria de qualidade de vida. Para tanta, conta com um corpo abnegado, capaz de atender, servir na forma que a necessidade exigi. Bem, muito bonito, não fosse esses abnegados representarem o mínimo dos profissionais que assumem por inteiro o que se propôs ao fazer o concurso para entrar no serviço publico.
A grande maioria dos profissionais da saúde não se preparou para a demanda do setor e que por isso teria que ser profissionais que no mínimo se esforçasse para chegar à aproximação da necessidade que tem o ser humano de ao procurar o médico, encontrasse também nele um mínimo percentual de Psicólogo e capacidade de lidar com gente, a final de conta a faculdade dele não foi ve terinária!!!, ou foi?, ainda sim, estaria a sociedade protetora dos animais protestando contra os rudes tratamentos. Nos humanos temos que estar sempre atentos, mas a quem falar? Tem profissionais nos locais públicos aí que diz: quando você começa a discorrer, ele diz: -espere eu perguntar!!. Outro diz: -quem sabe aqui sou eu-, na hora em você começa a “diagnosticar” as possibilidades de sua doença. Ora com toda a certeza e na maioria dos casos clínicos o indivíduo sai dali com sua situação agravada, pressão alterada!.
É bem possível mesmo que os problemas são mais de administração, lógico que agravado pela incapacidade de serem esses profissionais concursados servidores de verdade, literalmente servidores!, pois, recebem pra isso, aceitaram a função. Mas a administração deve se preparar para criar artifícios legais para tirarem de suas fileiras profissionais que se sentem absolutamente seguros, imutáveis e inatingíveis. Nesse sentido, vejam a aberração que atribuímos tão somente questão administrativa: No dia 05/12/2009, o paciente que estava com sua consulta marcada, como todos os 14 pacientes daquele dia, no Hospital Municipal, ortopedista, consulta em ambulatório para as 7 horas da manhã. Bem pra o médico que possivelmente trabalha 4 horas diárias, por necessidade o paciente chegar às 8 horas é normal! Grande engano, 8 hs ele já havia atendi do e ido embora! Ora, e o horário, como fica?
É ou não é erro administrativo? Bem, vamos em frente, anteriormente no dia 03/12/2009, outra consulta marcada, agendamentos bem feitos, com detalhes do paciente inclusive endereço e telefone mas quando chega o paciente, verdadeiro artista, no PCASAUL GALDINO, lá na Jaiara, pra quem mora no sentido sul é longe!!!, mas chegando lá a notícia desesperadora com mais uma má administração: o médico não foi trabalhar naquele dia!.
Pra terminar os poucos exemplos, novamente no Hospital Municipal na data de 21/12/2009, emergência, ortopedista e que o paciente aproveitando a necessidade de verificação emergencial de um sintoma de dor intensa no braço, e a necessidade de fazer RX da coluna complementando documento para assumir concursos em cidade vizinha cujo paciente é também da área da saúde e não conseguido tal exame nem no setor privado! Que luxo hein?, foi atendido em torno das 18hs por um indivíduo ortopedista que não tem formação humana não, é o tal que a Sociedade Protetora dos Animais não o aceitaria atendendo os animais, coitadinhos!! Desabafou, para o hospital inteiro ouvir o “médico” e não atendeu às necessidades do paciente que em suma, era também dever do estado, fosse lá ou em qualquer outro lugar!.
Vamos refletir e levantar a voz? Agora por exemplo, cadê, pelo menos a ouvidoria, tem? Tá bom, Feliz, feliz ano novo então.
Anápolis, Janeiro de 2010
Helio Cândido Serafim