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DESCASO COM AS DEMANDAS DOS SERVIDORES MUNICIPAIS LEVAM A ATRASO NAS NEGOCIAÇÕES DA DATA BASE

A via sacra do sindicato para negociação da data base continua e sem nenhuma expectativa de êxito tendo em vista como a administração municipal vem se relacionando com os servidores e seus representantes legais, os sindicatos.

Durante o ano de 2018 e 2019 o SindiAnápolis e demais sindicatos locais lutaram muito em busca dos direitos dos trabalhadores públicos do município realizando assembléias, debatendo com secretários, realizando manifestações com o objetivo de sensibilizar o prefeito para que ele cumprisse a lei considerando o reajuste da data base no prazo correto, em vão.
Com tantas possibilidades e oportunidades de negociações frustradas os servidores e entes sindicais vislumbraram uma ponta de esperança quando foi constituída a CPN – Comissão de Negociação Permanente através do decreto nº 43822 de 11 de julho de 2019, criada para acelerar as negociações em relação às reivindicações da classe, pois o prefeito se opôs a negociar desde novembro de 2018. Infelizmente nada avançou. E o que continuou foi somente à árdua luta sindical.

Quando a comissão foi constituída a promessa era de acontecer reuniões mensais e desde então pouquíssimos encontros foram realizados e todos sem resultados efetivos. Para complicar ainda mais e atrasar as negociações, em especial a da data base, o presidente Robson Torres foi exonerado da referida comissão pelo decreto nº 44.208 no dia 23 de outubro de 2019, deixando a CPN sem direção e sem prosseguir com os assuntos de interesse dos servidores.

O anseio do sindicato para que seja constituída uma nova comissão em caráter de urgência é para que ao iniciar o ano de 2020 a data base possa ser seriamente discutida e amplamente debatida com a administração para que seja aplicada a lei e o reajuste seja o previsto pela constituição de acordo com o índice inflacionário.

A presidente do SindiAnápolis fala com indignação da inoperância da administração municipal em não concluir a negociação da data base de 2019 e em janeiro, como previsto, inicia-se a negociação da data base de 2020 ficando pra traz o residual de 2018.

“Esta é uma pauta de extrema urgência e importância para os trabalhadores, não é um assunto para ser empurrado como vem acontecendo. Assusta-nos muito essa situação, mas não desistimos. Nossa prioridade é a luta para que sejam mantidos e aplicados os direitos dos servidores. Nossa maior preocupação é o acúmulo de demandas sem que sejam atendidas ou ao menos ouvidas, pois como todos já sabem as porta do gabinete o prefeito está fechada há exatamente um ano e a comissão que era pra avançar virou um verdadeiro imbróglio, desabafou Faria.

 

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