O SindiAnápolis orienta a todos os servidores do ASHA (Auxiliares de serviços de higiene e alimentação) lotados nas escolas públicas municipais, a permanecerem em seus locais de trabalho até que sejam comunicados oficialmente pela administração municipal.
Em reunião com o secretário de educação no dia 27 de maio, a presidente do SindiAnápolis , Regina de Faria cobrou efusivamente do secretário a falta de respostas dos ofícios encaminhados ao órgão. Segundo a presidente, tem ofício datado do mês de fevereiro e que até aquela data não havia sido respondido e também sobre a inconstitucionalidade do ato de remover os ASHAS de seus locais de trabalho sem nenhum comunicado oficial prévio e deixando o encargo de procurar um outro local sob a responsabilidade das mesmas.
Preocupada em resguardar os servidores públicos municipais que estão sofrendo com a negligência e desrespeito da municipalidade, a presidente do SindiAnápolis procurou respaldo legal no ministério público recebendo a orientação de que, os auxiliares de higiene e limpeza que prestam serviço na rede municipal de ensino podem permanecer onde estão lotados, com segurança legal. Só deverão sair após uma decisão consensual e com documento da administração justificando as razões da remoção para outro local.
Segundo a sindicalista, Regina de Faria, ela solicitou uma reuniao conjunta entre a administração e as ASHAS na secretaria de educação para buscar um entendimento, mas esta sugestão não foi acatada.
“Tudo seria mais fácil se essa administração tivesse um diálogo coerente com o sindicato, que é o representante legal da classe, e com os servidores diretamente. Mas esta maneira de lidar com os servidores está sendo a característica principal da gestão Roberto Naves. Atitudes assim estão afetando demasiadamente os trabalhadores, desabafou Faria.
Esta orientação do Ministério Público vale para todos os servidores da prefeitura.