O SindiAnápolis vem questionando o município de Anápolis sobre a quantidade de Auxiliares de Serviços de Higiene e Alimentação (ASHAs) que podem atuar em uma escola com 350 alunos.
O objetivo é estimar a proporção e número destes profissionais que atuam nas diversas instituições de ensino de Anápolis. “Queremos que os ASHAs trabalhem de acordo com a lei e com dignidade. Vamos lutar para que a carga de trabalho desses profissionais não seja excedida”, ressaltou Regina Faria, presidente do SindiAnápolis.
Por meio de representação na Procuradoria Regional do Trabalho da 18ª Região – MPF e Procuradoria do Trabalho em Anápolis, Regina Faria ressalta, além das questões apresentadas, denúncias de remoções forçadas que ocorrem em escolas municipais.
“Muitos servidores estão aterrorizados e com medo. Muitos estão perto da aposentadoria, já não têm o mesmo vigor físico para trabalhar. E em muitos locais, a alegação é que não há ASHAs em número suficiente. Uns têm que compensar o trabalho dos outros”, pontuou Regina.